quarta-feira, 11 de maio de 2011

CORES

Arméria/Saudade
Papoila/Malmequer
Saudade da Primavera
de outrora,
cores vivas
pinturas,
cheiros, perfumes
criança, adolescente
os vermelhos
nos campos
papoilas ao vento
em músicas sonoras
as folhas caíram
voaram
para onde imigraram
tudo muda
tudo se transforma
ainda sinto os cheiros
longínquos
dos malmequeres,
das papoilas,
das Armérias/Saudades
perto do mar
a esvoaçar
colorir o tempo
pintar a Primavera


Isabel Cabral

9 comentários:

Moonlight disse...

Querida Isabel,

È sempre lindo lêr as suas palavras simples mas porêm duma imensidão imensa.
Existem cheiros e cores que jamais abandonaram o nosso espirito.

Bjinho cheio de luar

Nilson Barcelli disse...

Um belo poema, cheio de cor e muito primaveril.
Gostei imenso.
Isabel, bom fim de semana.
Beijos.

BC disse...

Bom fim-de-semana, obrigada pela visita.
Vou recomeçar, ou melhor tentar escrever novamente com mais assiduidade.Assim as palavras surgam, quando estamos muito tempo sem poetisar parece que as palavras fogem.
Abraço

Moonlight disse...

Querida Isabel,

Isto virou uma confusão para todos nós certamente.No meu blog perdi a ultima postagem e sinceramente como escrevo aquilo que estou sentido ou imaginando,na hora,não conseguirei voltar a postar igual...com pena minha pois gosto daquilo que sai naturalmente de mim mesma.
Enfim....coisas que acontecem...adiante!
Sobre o meu comentario ás suas lindas e maravilhosas palavras,minha querida,penso que foi mais ou menos assim;
Em todos nós,existem cheioros e cores que marcam a nossa existencia para sempre por toda a eternidade.
Como sempre eu adoro aquilo que você escreve com tanto sentimento e muita ternura.Isso nota-se na sua escrita e tambem nas suas palavras para comigo.
Estarei sempre por aqui e nunca levo a mal coisa alguma vinda de si!

Bjinho cheio de luar

Fátima André disse...

Bom regresso!
Gosto dos cheiros e das cores
com que pintas as palavras.
=)

BC disse...

Bom-fim-de-semana para todos.
Quanto aos blogues, eu expliquei que o meu estaria em manutenção como disse no teu blogue moon, levou foi muito tempo e eu não conseguia moderar os comentários poque só tinha acesso aos poemas não entrava para mas nenhum sítio, nem para publicar.
Mas perder coisas é muito aborrecido.
Quantas vezes eu me levantava de noite porque me surgia uma frase, ou algumas palavras e se não fosse imediatamente apontá-las no outro dia ou não me lembrava ou sairião diferentes, entendo isso tão bem perdermos coisas que nos saem na altura revolta mesmo.
Beijo

ematejoca disse...

Já tinha lido este lindo poema sem deixar comentário.

Resposta ao seu comentário no "ematejoca azul":

Ematejoca Primaveril???
A Isabel está a brincar comigo?

A imagem representa a RAIVA de ontem à noite, e não, a imagem verdadeira da ematejoca.
Dizem até que ela é bonitinha.

Abraço da amiga de longe!

BC disse...

Obrigada Teresa, por ter achado o poema bonito eu nem por isso, ando muito negativa.
Quanto ao Ematejoca Primaveril foi pelo novo visual do Ematejoca, porque penso que ainda não tinha visto.
Abraço

Raul Emilio Martins disse...

Fico feliz por saber que voltaste a colorir com os teus poemas este teu espaço. Ainda bem!