terça-feira, 14 de junho de 2011

ATENÇÃO


A quem passar por aqui pelo SLETRAS, gostaria de comunicar que não consigo publicar há pelo menos dois meses, escrevo no meu computador e tenho que ir publicar a outro.De início pensei ser problema do google, ou no blogger quando fazem as manutenções, mas não, para ser problema deles acho que estaria já resolvido, pois há dois anos aconteceu-me um caso estranho não de não publicar, publicava mas saía tudo distorcido até chorava mas ao fim de uns dias tudo se regularizou.
Agora não sei como foram postos programas de trabalho ocasionalmente neste computador pode ter ficado algo bloqueado o que me chateia mas não consigo detectar e é aqui onde escrevo que tenho tudo o que preciso para o SLETRAS, vou entrar em contacto com o nosso programador para ver se ele me resolve alguma coisa.


IREI PUBLICAR OU HOJE OU AMANHÃ UM POEMA DA MESMA FORMA, MAS É MUITO CANSATIVO FAZÊ-LO DESTA MANEIRA.

Aos amigos fica o alerta e um obrigada mas achei que deveria dizer algo, pois comecei a escrever de novo, não tanto, mas vou escrevendo mas assim......!!!!


Isabel Cabral

segunda-feira, 13 de junho de 2011

TODOS DIFERENTES

TODOS DIFERENTESDas tuas mãos pequeninas
desenhos coloridos
sairam
com tanta perfeição
que me deu inspiração
para escrever palavras
sentidas,
como os teus desenhos
porque numa diferença
sem diferença
em que todos somos iguais
em que todos somos diferentes
queremos tocar o sol
pegar as estrelas
e nas nossas mãos
poder apertá-las
e não mais largá-las
alcançar o sol e as estrelas
e com elas brincar
porque todos somos iguais
porque todos somos diferentes
porque um dia
todos fomos crianças



Isabel Cabral

terça-feira, 24 de maio de 2011

NINGUÉM

NINGUÉMEu sou de toda a gente
e não sou de ninguém


a vida é uma panóplia
de vidas juntas
nas quais nos encontramos
deciframos, contestamos
ficamos em silêncio
entendemos, percebemos
somos bonecos, pessoas
estendemos as mãos
mas só uma não nos pede
nada em troca


amigos quem os tem?


eu sou de toda a gente
e não sou de ninguém


sentimentos profundos
que nos anulam
nos fazem viver
nos outros


e em nós quem vive?


paixão, desolação
verdade, mentira
focada, desfocada
em cada dia
uma vida que rola
que caminha
lentamente, depressa

eu sou de toda a gente
e não sou de ninguém


Isabel Cabral

quarta-feira, 11 de maio de 2011

CORES

Arméria/Saudade
Papoila/Malmequer
Saudade da Primavera
de outrora,
cores vivas
pinturas,
cheiros, perfumes
criança, adolescente
os vermelhos
nos campos
papoilas ao vento
em músicas sonoras
as folhas caíram
voaram
para onde imigraram
tudo muda
tudo se transforma
ainda sinto os cheiros
longínquos
dos malmequeres,
das papoilas,
das Armérias/Saudades
perto do mar
a esvoaçar
colorir o tempo
pintar a Primavera


Isabel Cabral

domingo, 1 de maio de 2011

DIA DA MÃE




PARA TODAS AS MÃES DO MUNDO, UMA FLOR ESPECIAL NESTE DIA!!!




quarta-feira, 20 de abril de 2011

PÁSCOA/VIDA

COM ESTA CRIANÇA MARAVILHOSA, E O SEU COELHINHO FELPUDO VOS DEIXO DESEJANDO A TODOS VÓS UMA:

PÁSCOA FELIZ !!!

terça-feira, 22 de março de 2011

AS CORES DA VIDA

AS CORES DA VIDA
Olha para mim
eu não quero
que seja assim
não quero viver assim
lá fora o mundo gira
o sol brilha pra mim
a lua também sorri

Há gente a cair
o mar já não é tão azul
a terra treme de dor
há bombas a cair

olha para mim
eu não quero
que seja assim
não quero viver assim
lá fora o mundo gira
o sol brilha pra mim
a lua também sorri

os dias a fugir
as crianças
já não podem brincar
num jardim a florir

a Primavera
já não tem papoilas vermelhas
como dantes
nos campos a florir
tem fumos no ar
constantemente a poluir

olha para mim
eu não quero
que seja assim
não quero viver assim
lá fora o mundo gira
o sol brilha para mim
a lua também sorri

há quem desista da vida
desista de lutar
deixar de sorrir
cerrar os olhos e fugir

eu não quero morrer assim

olha para mim
eu não quero que seja assim
não quero viver assim
lá fora o mundo gira
o sol brilha pra mim
a lua também sorri

eu quero ver uma criança
a correr, a sorrir
um jovem a viver
a força a brutar
em cada dia
todos os dias lutar
não quero ver
um velho num sofá
à espera, NÃO
mas sim continuar
a viver até à hora de partir

olha para mim
eu não quero
que seja assim
não quero viver assim
lá fora o mundo gira
o sol brilha para mim
a lua também sorri

mas nós queremos
continuar a lutar
a alcançar a palavra
ver gente a sorrir
e para a frente olhar
e continuar

olha para mim
eu não quero
que seja assim
não quero viver assim
lá fora o mundo gira
o sol brilha para mim
a lua também sorri!!!

Este poema foi feito e dedicado ao Patrick quando partiu, embora eu não o conhecesse pessoalmente, mas emocionei-me como mulher e especialmente como mãe, e as palavras foram surgindo.
PARA TI PATRICK, e para todos os Patricks deste Mundo1!!!!


Isabel Cabral