segunda-feira, 15 de junho de 2009

EM VERMELHO E BRANCO



No meu vestido vermelho
corri, rodopiei
num campo de flores ao vento
que eram malmequeres em branco
no meu nome foste palavra
foste tudo,
e em mim entraste
qual ser romântico
e dançámos
e nos beijámos
e nos amámos
em músicas encantadas
num campo
em vermelho
e branco pintado

Isabel Cabral

15 comentários:

Luis Portugal disse...

Olá Isabel
Poema lindo, muito lindo.
49 palavras sincronizadas com o amor e o afecto. Não sou poeta nem pouco mais ou menos, mas numa hipotética hipótese de trocar a cor ao vestido, todas as demais palavras não merecem qualquer que seja a alteração.
Obrigado por este poema.
Beijinhos

ARTISTA MALDITO disse...

Olá Isabelita

Um poema que encanta, é um quadro pintado com as cores do amor e da pureza.

Também vou de férias, entremeadas com algumas e esporádicas visitas aos blogues.

Beijinhos
Isabel

Marta Vasil disse...

As palavras do teu poema transpiram amor/ternura, transpiram momentos onde as cores realçam a força do sentir.

Muito bonito este teu poema.

Beijinhos e semana de muitas cores

MV

ematejoca disse...

Olá Isabel!
Costumo ler os comentários, quando visito um blogue. Li o comentário, que escreveu no blogue do António:

"Enfim, assim vai o mundo."

Como resposta vá ao "ematejoca azul"!!!

BC disse...

Teresa já fui ao EMATEJOCA AZUL, mas acho que a esposta etá no meu próprio poema.
Enfim "assim vai o mundo" estava contextualizada num determinado assunto, não no mundo em geral.
O MUNDO É MARAVILHOSO, NÓS É QUE O FAZEMOS.
Beijinhos
Isabel

Tentativas Poemáticas disse...

Perdoe, Isabelita
Relativamente ao meu comentário anterior sinto-me mal não mencionando um nome que me passou: a Glória Salles (o mar me encanta completamente)
Obrigado e beijinho.
António

alcinda leal disse...

Olá Bé, tudo bem?
Aqui pelo Casal do Abrigo estamos bem e eu particularmente feliz por poder partilhar esses textos poéticos que nos ofereces!
Beijos dos primos Alcinda e Rui

Fátima disse...

Gosto da musicalidade e das cores :)

ematejoca disse...

Cheguei agora a casa e encontrei as suas palavras. Quero pedir-lhe desculpa por me ter intrometido no seu comentário.
Estava irritadíssima com o texto do anónimo publicado pelo António, nem bem pela crítica, que acho absurda, mas sim pela linguagem grosseira e mesmo insultuosa, e com o seu "assim é mundo" ínterpretei, que estava de acordo com um texto daqueles.
Bem, para a próxima vez, quando estiver irritada com algum texto vai dar um passeio sem deixar comentários.

Boa noite, Isabel!

BC disse...

No problem Teresa, eu só não estava a perceber nada.
Eu não vi nenhum comentário de anónimo isso deve ter sido anterior ao meu comentário.
E quando eu disse "Assim vai o mundo" foi noutro contexto, por issso fiquei baralhada, mas por mim tudo bem, eu não arranjo conflitos, só se fossse algo muito grave, aí lógico que me defenderia.
Mas como nem estava a perceber o que se estava a passar achei estranho mas já percebi que se passou alguma coisa com alguém anónimo, foi isso?
Boa noite também para si, hoje estou com uma angústia desgraçada, mas vai passar quase que não penso.

A Mãe galinha em acção!!!
Até amanhã

poematar disse...

Os afectos amorosos expressos de um modo orgânico, fluente. Um beijo.

Sônia Brandão disse...

Lindo, Isabel.
Fiquei aqui imaginando as cenas de amor nesse campo vermelho e branco.
Beijos.

Contracena disse...

De vermelho ou e outra qualquer cor..., mas sempre em branco pintado!

Beijo Isabel!

Girafa cor de rosa disse...

Eu adorei este poema até porque gosto muito de vermelho :-)! BEijinho e uma boa semana.

~*Rebeca e Jota Cê *~ disse...

Essa dança é a manifestação mais bela de uma felicidade sentida. Nesses momentos nem se pensa em existência!

E temos que fazer a nossa parte divulgando o descontentamento quando se apossam do que é nosso. Mostrar que o plágio é feio e sujo, é covarde e é falta de tudo!

Até mais.

Jota Cê