terça-feira, 15 de julho de 2008

O caderno

Estaremos sempre presentes, desde a concepção.

Estaremos sempre presentes, desde o b-a-ba.

Pai e mãe é para isso mesmo.

Podemos dar mimos sem sermos obsessivos e formarmos adultos sãos, independentes, como eu digo muitas vezes, e alguém já o disse primeiro, ninguém é de ninguém.

Os filhos têm que aprender a voar e as nossas mãos são como almofadinhas, estão sempre lá mas de uma maneira muito soft, vão amparando, vão aconchegando sempre que eles precisam de nós,

fazendo festinhas, acariciando o cabelo, dando beijinhos, estar presente sem sufocar.

Em todas as ocasiões da vida, nós estaremos a seu lado, porque filhos são a melhor coisa do mundo, são as nossas pedras preciosas, são a nossa riqueza.

São o brilho dos nossos olhos, são o nosso orgulho.

Obrigada meus filhos por tudo o que me têm dado e por tudo o que me têm ensinado.

Obrigada por tudo o que me continuam a dar, e por tudo o que me continuam a ensinar.

6 comentários:

Teresa disse...

Que comovente o que a Isabel escreveu para os seus filhos. Eu tenho quatro filhos, e as suas palavras sao as minhas. No entanto, nao consigo mostrar o meu amor por eles duma maneira tao bonita.
Do vídeo também gostei muito.
Desejo que já esteja feliz de novo.

BC disse...

Teresa,são os sentimentos que eu melhor consigo mostrar são para os meus filhos,embora seja uma piegas com toda a gente, costumo dizer que tenho umas mãos muito grandes para poder abraçar toda a gente,e ainda precisavam ser maiores para abranger muito mais, sou muito sentimental e muito meiga e ponho-me ao lado deles como irmã, não como mãe.
Somos quatro irmãos muito unidos.
Mas Teresa não diga que não consegue dar ou mostrar aos seus filhos, o facto de dizer o que disse tenho a certeza que já se revelou uma boa mãe,só que por vezes as coisas estão guardadas lá muito no fundo e nós não sabemos demonstrá-las como queríamos, somos todos diferentes mas os seus filhos concerteza que se orgulham da mãe que têm era só eles lerem este comentário e preceberiam logo.
Beijinhos, mãe Teresa porque o é sem dúvida!!!

BC disse...

Teresa esqueci-me em relação ao que
perguntou, feliz não estou,tenho uma angústia inexplicável, digamos que fiquei um pouco mais descansada.
Só segunda-feira repetirá e aí logo digo se estou bem ou não, para já não consigo.

BC disse...

Teresa, tenho estado a pensar nas suas palavras,fui tomar café de manhã, gosto de estar em casa mas tenho que arejar nem que seja para o dito café,sou uma avezinha que não gosta de estar fechada preciso de sair da gaiola para respirar.
Quando saí pensei no que tinha escrito e em todas as coisas que bailam neste momento na minha cabeça e acredite que são muitas.

Só lhe queria deixar um incentivo, porque acho que não tem razão quanto à sua sensibilidade, embora não a conheça pessoalmente, mas uma pessoa que gosta de poesia como a Teresa gosta, uma pessoa que gosta de arte como a Teresa gosta, perdoe-me mas tem que ser sensível forçosamente.
Sorrisos de longe!!!
Estão um pouco fechados mas ainda chegam para o póximo, para os amigos.

Maria do Carmo Cruz disse...

Olá, minha Querida Isabel. Cá andamos nós as duas a desvelar o coração da Teresa, porque ela tem-no, e grande. Tudo o que ela diz, faz, escreve, demonstra bem uma alma ansiosa pelo Belo, o que tem sempre por detrás um grande Amor e um maior Coração. Já fiquei a saber o que queria saber lendo os teus comentários. Esperemos em Deus. Vamos ter calma. Vou recomendá-lo ao meu S. Francisco de Assis. Um beijo.
Ah, nem te disse que gostei muito de ler o teu cântico de Amor Maternal. Muito belo. Avó Pirueta

Viviana disse...

Olá querida Isabel!

A sua avó Pirueta tem razão.

O seu belíssimo e tocante poema, dedicado ao seus filhos, é na verdade um belo cantíco de Amor Maternal!

Parabens minha boa amiga.

Orarei para que tudo se resolva rápido, para que essa angústia possa ir embora e esteja tranquila.

Um abraço
Viviana