
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
Rain

Prémios
Obrigada Blue Velvet pelo carinho.
E lá vai, este prémio vou atribuí-lo a blogues, com algumas diferenças dos outros
em termos de texto, ou de escrita diferente, e assuntos, como informação.
1. Poemar-te
2. Olhai os Lírios do Campo
3. Gaivota
4. Com Amor
5. Desabafos D'Alma
6. Ematejoca Azul

Blog star da net (sintonias do coração) gentilmente dado pela Blue Velvet. Obrigada mais uma vez amiga.
E, os nomeados são:
1. Betty Martins (Fragmentos)
2. Artista Maldito
3. Tentações Poemáticas
4. Nimby Polis
5. Colibrir as Emoções
6. Sexoalcollonet

O "Treasured Award", foi-me ofercido pela minha querida Viviana.
E, lá vão mais umas nomeaçõs não queria deixar ninguém para trás.
Os que ficaram serão nomeados para a próxima.
OBRIGADA
1. Ematejoca Azul
2. Artista Maldito
3. Fragmentos de Betty Martins
4. Lua com Dona
5. Licas, Ontem e Hoje
6. Blue Velvet
MAIS UMA VEZ OBRIGADA A TODAS/OS
Isabel
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
Princesa
Isabel Cabral
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
Prémio

Recebi este selo da Marta Vasil (http//luar.1956blogspot.com )a quem agradeço, mais uma vez com muito carinho.
Obrigada Martinha.
Com este pequeno prémio pretendemos honrar as pessoas que ainda se regem pelo coração, que percebem o que é o verdadeiro amor, que lutam por ele e o conseguem transmitir na sua escrita.
Este prémio obedece às seguintes regras:
1. Exibir a imagem do selo
2. Linkar o blog pelo qual se recebeu a indicação.
3. Escolher outros blogs a quem entregar o prémio.
"SOBREVIVENTE AO ROMANTISMO"
Como é sobejamente conhecida, a minha posição é sempre muito ingrata ao entregar estes prémios. Perdoem-me e com todo o respeito por quem mo ofereceu, eu vou pedir que o leve, ou levem aquelas pessoas que se sentem românticas, e eu sei que serão muitas que ainda se sentem eternas/os românticas ou /os.
OBRIGADAIsabel Cabral
sábado, 24 de janeiro de 2009
O quadro

A família representada, em contagiante harmonia num hipotético domingo, onde as crianças saiam à rua nos seus melhores fatos, e depois da missa se dirigiam para o jardim e se deliciavam com as cores fortes da relva, das flores perfumadas, do jasmim, da alfazema com seus roxos de encantar, seus perfumes, e outros tantos quadros se podiam ver no estado daquele onde as cores que seriam fortes e visíveis estavam agora apagadas, esbatidas pelo tempo que escorria ao longo de tantos anos volvidos.
Ao fundo, paredes repletas de livros de castanho vestidos com letras bordadas a ouro, olhavam para o centro, para os lados, na esperança que alguém os fosse buscar, lhes desse uma limpeza, a sua devida importância e pudesse entrar neles novamente para reviver os romances, as aventuras, os mistérios desvendados numa noite de chuva lidos, no quente da lareira, com uma chávena de chá na mão e uma música tocada em surdina no piano da sala.
A velha senhora lá estava sentada a um canto, como se tudo tivesse parado ali, olhei e perguntei a mim mesma o que teria acontecido, o sofá estava lá a senhora não passava de uma visão da minha imaginação a vaguear mais uma vez no tempo.
Quem habitaria lá ou teria habitado um dia, para onde teriam ido todos, será que eu lá estive um dia, e já tinha vivido naquela casa grande?!
Teriam morrido, alguém estaria algures para perpetuar todas aquelas riquezas, outrora feitas beleza e agora mono de histórias feitos que aguardavam a visita de um eu, ou outro como eu que via e sentia no ar ainda a respiração dos seu habitantes, o calor dos corpos.
Cá fora o jardim, plantas que tinham sido maravilhosas tinham murchado, apenas algumas sobreviviam às intempéries, e as árvores, essas cresciam desmedidamente, nos seus troncos grossos iam criando raízes, sem parar e espalhavam-se por toda a quinta, apetecia deitar debaixo daqueles frondosos ramos que pareciam ter algo a dizer, e conversar, pois algumas histórias saberiam e contariam
certamente, porque elas viveram e cresceram com outros seres vivos que ali habitaram, viveram suas histórias de amor ou desamor e com elas comungaram essas histórias maravilhosas, naquele jardim e naquela casa, hoje desabitada,
onde o movimento era rei e pessoas se moviam num acelerar de vida, vivida com prazer, e crianças corriam e brincavam, e hoje era somente um sala vazia, vazia no tempo.
Isabel Cabral
Haverá mais capítulos Teresa!!!
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
Outrora foi assim

Isabel Cabral
Desafio do Arco-da-velha

terça-feira, 20 de janeiro de 2009
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
Flor

Na mão uma flor,
uma borboleta poisada
um perfume
que será cor
um adormecer
dos sentidos,
perfume ténue,
que todos os dias
me embriaga.
Que me faz viver,
e no meu acordar,
continuar sempre a Amar!
Isabel Cabral
sábado, 17 de janeiro de 2009
Consumismo

2009 será o" ANO DO CONSUMISMO"
ALEGRE-SE!
Segundo um dos mais renomeados especialistas em economia e tendências do consumidor da Argentina, devido à actual crise económica e financeira mundial, 2009 será o Ano do ......
CONSUMISMO
Pois voce terá que ficar (em bom Castelhano)
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
Blogue de ouro

Recebi da Marta Vasil, do blogue "LUA COM DONA"
(http//luar1956.blogspot.com).
Este selo atribuído só a mulheres.
Obrigada Marta pela confiança.
* As regras, para quem o receber são:
1. exibir a imagem do selo.
2. linkar o blogue pelo qual você recebeu a nomeação.
3. escolher seis mulheres a quem entregar o "BLOGUE DE OURO".
4. deixar um comentário nesses blogues, para saberem que receberam o prémio.
Isabel Cabral
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
Sonho
A VIDA "VIVIDA" PELA GAIVOTA!!!!!!
A FORÇA!!!!!!
Gaivota do além mar,
É preciso saber voar!
Tu que voas, eu que voo,Onde iremos afinal!?
quero partir,
antes de chegar o temporal.
Num voo alucinante,
percorreremos, mares, oceanos.
Lá em águas bem distante,
e seremos nós, e muitos outros.
Na boca levaremos uma flor,
que representará o Amor,
e de branco será Paz,
e não voltaremos para trás.
O caminho é sempre em frente.
não desistiremos
e no voo planaremos,
e do mar brotaremos,
serei onda,
serei mar,
serei bruma,
serei dar,
e a teu lado lutarei.
Num momento,
serei aquilo que nunca fui,
e entre o azul e o branco,
entre a onda e a espuma,
flutuarei e contigo voarei,
até meu porto de abrigo.
E juntos realizaremos,
o nosso sonho
de aprender a voar.
Isabel Cabral
terça-feira, 13 de janeiro de 2009
Vida

cravou a raiz na terra.
Seus ramos entrelaçou,
e cresceram,
e a terra beijaram.
Na mão senti o peso,
no coração a leveza.
Dia após dia,
e foram meses,
e foram anos.
Em que esculpi,
meus sentimentos.
Isabel Cabral
domingo, 11 de janeiro de 2009
Mães-Filhos

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009
Apenas um sorriso

de um novo dia
amanheci,
e foi aí que percebi
o quanto cresci.
Com todo o mundo
me envolvi,
e nesse envolvimento
tanto eu aprendi.
Olhei bem no fundo,
e num profundo
e maravilhoso encantamento
para todos sorri.
E foi nesse sorriso,
que tudo começou,
no sorriso senti afecto,
e a mão se desdobrou,
como se fosse um anjo,
como se fosse uma estrela,
e como anjo voei,
e como estrela brilhei.
Mas não era um anjo,
mas não era uma estrela,
era um simples mortal,
que no fundo só queria afinal
andar e ir bem longe.
E foi esse sorriso,
que me levou em frente
e com o mundo partilhei
mas com o mundo
também chorei
a dor de toda a gente
que na pele sente
o sofrimento,
mas que também
consegue sorrir.
Isabel Cabral
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
Bom Dia

A guerra
Uma bomba caiu,
sem dó, nem piedade
vinda sabe-se lá de onde
O céu escureceu,
num inferno,
a terra se transformou
engolida por chamas, fumo.
Quem atingiu
sempre o inocente
que em sangue se esvaiu,
até chegar a inevitável morte
que há muito alguém anunciou.
E entre gritos e lágrimas,
por tantas mães choradas,
a guerra continua,
dura, implacável
ninguém vê um final.
E destrói e fere e mata
O céu que era azul
se torna cinzento, abominável,
e acontece o inevitável
o sabor da dor, do final
onde deveria haver Amor.
Mas essa palavra é desconhecida
anda algures perdida
nas mãos dos "Senhores da Guerra"
que se sentem predadores.
Brincar com tanto sofrimento,
a brutal crueldade
perdida nas mãos
de alguns que querem
para si o mundo,
mas quando o tiverem
de que lhes serve,
se ele já foi destruído, engolido.
Mas antes de o terem
quantas vidas perdidas
quantas crianças,
do seu mundo arrebatadas
onde o Sol já não vêem nascer,
somente uma bala a correr,
para tudo lhes tirar.
Crianças sem terra
sem casa, sem ninguém,
só uma coisa lhes fica,
a dor de não mais conseguir viver.
Nos escombros se abrigam,
se escondem,
se encobrem do frio.
Na esperança de um dia,
ver o Sol nascer outra vez!
Isabel Cabral
Não quereria começar o ano com tanto pessimismo, mas ninguém pode ficar indiferente a guerras, onde morre gente, sobretudo inocentes.
domingo, 4 de janeiro de 2009
Comentário aos comentários

Engraçado, porque quando olhei para uma flor que estava à minha frente olhei para a sua beleza, para a sua leveza, que não deixa ninguém indiferente.
Pensei logo no planeta, e na parte ecológica da questão, se uma flor desaparece do planeta, uma planta, assim como a água, a preciosa água é um pouco do planeta que morre também, e o como nós temos que o preservar.
No entanto comecei a escrever, e como não olho, as palavras saem rapidamente, e o resultado final foi outro, com outro contexto bem diferente.
Quando um artista plástico faz uma pintura cada um vê à sua maneira e todos vemos coisas diferentes e com as palavras é o mesmo.
Acabei por escrever um pouco, o quanto a flor durante a sua curta vida (algumas) acaba por partilhar com o Ser Humano tantos actos importantes da vida.
E logo saíram uns comentários muito interessantes e eu apercebi-me que tinha escrito uma coisa bem diferente daquilo que estava a pensar e vocês fizeram comentários quase filosóficos a meia dúzia de simples palavras o que me agradou muito.
De qualquer forma de uma maneira ou de outra:
OLHEMOS PARA AS FLORES E PARA A SUA BELEZA SEMPRE COM UM CARINHO ESPECIAL, ELAS FAZEM PARTE DO NOSSO PLANETA AZUL.
Isabel Cabral
sexta-feira, 2 de janeiro de 2009
As flores

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009
Feliz Ano Novo
