sexta-feira, 31 de outubro de 2008
Estrela
quinta-feira, 30 de outubro de 2008
Charneca

quarta-feira, 29 de outubro de 2008
Princesa
terça-feira, 28 de outubro de 2008
Pensamentos

que no meio de crueldades
imperceptíveis.
algumas bonitas histórias vivi.
Entre gestos e palavras,
confusas, baralhadas,
alguma coisa ficou
mas tanto me atordoou.
Versos, poemas, palavras
e de tanta coisa vivida passá-las
para outros, que um dia,
seriam a minha bateria
Onde eu iria buscar
para o meu ser alimentar
e continuar a escrever
e com mil ideias tecer
histórias de encantar.
Uma vida feita de coerência
onde um sorriso se abriria
em cada manhã,
porque na busca de verdades
colhemos por vezes "inverdades"
e como eu queria saber
coisas que não soube ler
e continuo a não entender,
Meu Deus como eu queria
Entender!!!!
Isabel Cabral
segunda-feira, 27 de outubro de 2008
A preto e branco
Cair sobre as águas
E FLUTUAR!!!
cantar e bailar.
Para mundos distantes
sexta-feira, 24 de outubro de 2008
O sonho da minha escola
quinta-feira, 23 de outubro de 2008
Poemas/Versos

quarta-feira, 22 de outubro de 2008
terça-feira, 21 de outubro de 2008
Unicef

CRIANÇAS MAIS COLORIDA .
Tão colorida como um papagaio de papel
Isabel Cabral
Somos uma organização singular entre os organismos internacionais, e singular também entre as organizações que se dedicam às crianças e aos jovens.
A UNICEF adquiriu um estatuto que lhe permite influenciar os decisores e, graças a uma grande diversidade de parceiros, pôr em prática ideias inovadoras.
Por todo o mundo, a experiência que adquirimos ajuda-nos a responder a problemas com que se defrontam.
As crianças e os que delas cuidam ao longo da nossa história, fomos adquirindo um conhecimento profundo das questões do desenvolvimento e da importância que as crianças têm para o progresso.
O nosso trabalho contribui para que as crianças possam desenvolver plenamente todas as suas capacidade.
Texto do google
domingo, 19 de outubro de 2008
Da janela do meu quarto
sexta-feira, 17 de outubro de 2008
O plátano

Sempre que voltava de férias corria, antes de mais nada, para a janela do seu quarto, punha os
olhos no plátano como se os quisesse encher de folhas e de ramos e só então é que se achava verdadeiramente de regresso a casa.
Uma vez o pai chegou mesmo a dizer:
"Parece que a Beatriz deitou raízes naquela árvore!"
Pensando bem, era um dito cheio de significado, pois é verdade que nos enraizamos em tudo aquilo de que gostamos, nas criaturas e nas coisas;
e é isso que dá sentido à nossa vida.
Ilsa Losa
quinta-feira, 16 de outubro de 2008
Papagaio, vamos brincar
construído com cores,
multicolores.
Onde se via, encarnado, verde,
laranja, e azul
e tantas outras cores,
numa paisagem tão real,
quatro paus
um losango formaram
e se encaixaram
para dar a forma,
ao colorido papagaio.
Ele iria planar
sempre no ar
nas mãos de uma
criança.
Com ele faz uma
aliança,
brincarem pra sempre
em plena parceria,
e o papagaio
ao céu chegaria
e as estrelas tocaria
pediria um desejo.
Um desejo na garganta
preso,
há tanto tempo,
numa vida suspensa
à espera do tempo
que se tornaria
em mais tempo
para juntos
poderem brincar
pra sempre na praia!!!
Isabel Cabral
Observação:
O nome deste poema não se intitulou papagaio de papel pois já existe um
poema feito para um dos meus filhos que se intitula precisamente "Papagaio de Papel"
quarta-feira, 15 de outubro de 2008
De novo o Sorriso

uma Cidade de Afectos também,
mas o Sorriso está só,
e os afectos tão transformados!
Tudo é diferente,
nada é permanente
ficaram palavras
ficaram lembranças
de vidas cruzadas
de vidas partilhadas,
estradas outrora direitas,
são hoje sinuosas,
as aguarelas, essas
perderam alguma cor,
perguntas pertinentes
ficam no ar.
Nas asas de uma gaivota,
partiu um dia o Sorriso
de nó na garganta.
Na lua o recordo,
assim desolado,
e o vento suave
na cara lhe bate
e o leva pra longe
nas asas do vento
daquele lá do sul.
À lua ele foi um dia,
mas de lá voltou,
pois lá não sorria,
nem de noite, nem de dia,
enfim regressou,
para nossa cidade fantástica
a tal dos afectos.
E então, sorria... sorria...
pois já podia
agarrar nas mãos
e no coração guardar
de novo o seu mar.
Com conchas e búzios
voltar a brincar.
Isabel Cabral
terça-feira, 14 de outubro de 2008
Bom dia
Hoje, como todos os dias dirigi-me ao supermercado, bem cedo, fazer as compras do dia, e habitualmente assim que chego vou à cafetaria tomar um café antes de começar o ritual matinal
das compras.
Eis que no meio de tanta gente chega uma rapariga ainda nova com uma menina, que em princípio seria sua filha e vinha agarrada à mão da mãe. A criança teria uns cinco anos aproximadamente.
Não sei o que a criança estava a fazer mas a mãe dava-lhe alguns puxões, bem desajustados no braço, o que me incomodou, e depois percebi o porquê de tantos ralhetes e puxões no dito bracito.
A criança grita bem alto "BOM DIA PARA TODA A GENTE".
Achei um piadão, como a frase não foi propriamente em surdina, olhei em redor e senti-me noutro planeta rodeada de extraterrestres, como se a criança fosse um E.T. e tivesse praticado algum crime com uma frase tão bonita, a saudar toda a gente, com palavras tão ingénuas.
Como a mãe estava bem perto do sítio onde eu me encontrava a miúda pendurou-se na mesa (mesa de pé alto), e aí mais comedida arregala os olhos para mim e repete "BOM DIA PARA TODOS", ao que eu respondi "BOM DIA PARA TI TAMBÉM", a criança ficou estática, tinha obtido uma resposta, e era tão simples e tão bonito responderem-lhe.
Ali quem se sentiu um E.T. fui eu.
Ao que nós chegámos.
Matar não é crime!!!!!
Saudar as pessoas, parece que é!!!! E logo uma criança......
Que mundo é este???? em que o normal parece errado, e o errado chega a ser quase normal.
Onde irão parar as nossas palavras, os nossos valores, como uma saudação ou um simples olá, quando começa o dia, ou então um simples sorriso, um beijo ou um abraço!!!!!
Isabel Cabral
quinta-feira, 9 de outubro de 2008
"Estórias"

As "estórias" do "Era uma vez"....
das princesas e dos princípes, dos duendes e dos mágicos, das bruxas e das fadas, nem sempre
acabam bem.
Nos nossos tempos de criança teriam sempre um final feliz, mas as "estórias" tornaram-se realidade, e a realidade de hoje é bem diferente da dos livros cor-de-rosa.
As princesas já não são iguais às princesas dos livros de encantar que à noite nos faziam sonhar até adormecer, e alguém com uma mão carinhosa nos passava a mão pela cabeça até adormecermos e voarmos para o mundo da fantasia como nas histórias de Peter Pan.
Mitológicos duendes e mágicos já não existem, em bruxas, não acredito.
Fadas, ainda existem, na nossa imaginação e até nas nossas mãos, na magia que existe em cada um de nós, na estrela que brilha dentro de nós, e que transpomos cá para fora de quando em vez.
Pode ser qualquer um, desde que viva em sintonia com o mundo que nos dias de hoje passa à nossa frente, que consiga voar, e chegar com a varinha mágica e ajudar alguém. Chegar a uma nuvem, falar com o vento.
No poema sobre a palavra que escrevi em tempos, referi a força da palavra, e aqui reafirmo essa força.
Mas descobri que existem palavras doentes, palavras sujas como já o tinha dito no tal poema, e essas palavras, precisam ser limpas, para não contaminarem outras palavras, que todos os dias nos bombardeiam por todo o lado.
E se o mar e o céu continuarem azuis.
E se as flores continuarem coloridas e cheirosas com um perfume que me embriague.
E se o vento me sussurrar de mansinho ao ouvido poemas de amor, então voltarei a acreditar nas "estórias" dos princípes e das princesas, nas "estórias" de encantar.
Então continuarei a acreditar no"ERA UMA VEZ"....... nos princípes e nas princesas, nas fadas e nos duendes!!!!
E CONTINUAREI A SONHAR À NOITE COM O PETER PAN , com a sininho e todos os meninos que um dia voaram para o mundo da fantasia, para a Terra do Nunca.
quarta-feira, 8 de outubro de 2008
Solidão

a solidão sentida de ninguém,
esta angústia dorida de fugir
sem ter a mão de alguém!
Ai, este verão-inverno, sem calor,
esta lágrima-chuva, sem chorar,
este querer sofrido sem amor,
esta ausência de ter e de beijar!
Ai, este lago estagnado,
sem ondas, sem correntes, sem paixão!
como dói,
como dói
respirar o vazio
da solidão!
Mariano Calado
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
O espelho

vi um dia a realidade
da vida de uma criança,
neste mundo de crueldade.
Mas como eu queria sorrir
E ver-me nos olhos dessa criança
como de um espelho se tratasse.
Isabel Cabral
domingo, 5 de outubro de 2008
Encontro Real
.jpg)
Ao contrário do que em mim é habitual, hoje vou tentar escrever um texto, sobre o dia de ontem, sem me alongar demasiado.
A imagem destas meninas há muito que me acompanha, nos meus poemas, e num texto ou outro que escrevi.
Elas reflectem na Isabel a sensação de cumplicidades e passam-me essa sensação, essa magia.
Para mim foi o conhecer, e o não conhecer, o passar do virtual ao real, senti-me como que num programa de rádio em que nos pomos a adivinhar se o locutor/a é magro/gordo, bonito/feio,
novo ou velho, e se nalguns acertamos, noutros temos uma percepção completamente errada, da
realidade.
Fisicamente é óbvio que isto pode acontecer, quanto ao resto penso que não me enganei muito, na verdade só conhecia duas pessoas pessoalmente e uma por fotografia.
Foi uma tarde muito bem passada em que falámos de várias coisas , em que se cruzaram conversas, onde toda a gente queria dar a conhecer um pouco de si, mas para primeira vez, acabamos por ficar com a ideia e o conhecimento que no fim já temos dos respectivos blogues.
Não vou falar de ninguém em particular porque acho que o tempo não dá para avaliar em tão pouco ninguém.
Vidas que se cruzaram por esses caminhos fora e que sentiram necessidade de se conhecerem melhor, de partilhar, sem ser através de escritas lidas todos os dias em espaços virtuais.
que não conhecemos, nem sabemos as suas características, mas a partilha deu-se e o cliguéns" ck, penso
Falamos com "alque também.
Agora vou falar um pouco de mim, senti-me um pouco cair de pára-quedas, e para uma pessoa tímida como eu , embora não pareça (pelo menos é o que me diz muita gente), não sei se o que passei para o lado de lá foi aquilo que tento transmitir todos, ou quase todos os dias no que escrevo no blogue.
Tenho que me ambientar e ter alguma confiança já com as pessoas para me expandir um pouco mais.
Se consegui mostrar o espelho daquilo que sou, tanto melhor, se não consegui, pois fiquei com essa sensação, desculpem-me, mas a minha falta de à vontade é habitual quando conheço muitas pessoas ao mesmo tempo, prefiro ir conhecendo gradualmente, é talvez mais fácil porque assimilar muita informação de uma só vez é um pouco complicado, tendo em conta que todas as outras pessoas já se conheciam todas ou quase todas se não estou enganada.
Nem todos nós transmitimos os afectos da mesma forma.
Para mim, uma mão, uma palavra na hora certa é muito importante, por isso eu digo que amo o mundo, não beijo ou abraço um vizinho ou um amigo todos os dias, mas sei, que se a minha mão ou o meu abraço for preciso, na hora certa lá estarei.
E assim acabou o dia, com um sol maravilhoso, com um rio Tejo bem à nossa frente que convidava a uma boa banhoca, uma temperatura excelente (a todos os níveis, tanto climatérica, como pessoal).
Obrigada pelo belo dia que me proporcionaram e que eu espero também ter contribuído para isso.
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
Gota de água
Uma gotinha de água segue o seu caminho, cantando ao som de uma bela música.
Uma gota junta-se a outra, e a outra, e forma-se uma grande quantidade, imprescindível" À VIDA."
A IMPORTÂNCIA DA ÁGUA NO MUNDO EM QUE VIVEMOS.
O que seria do mundo sem ela, por isso não a desperdicemos, ela é uma fonte de vida para todos os seres vivos.